ODS 11: cidades sustentáveis e sua relação com Smart Cities

Tempo de leitura: 3 minutos

O avanço das tecnologias sempre foi uma característica da sociedade humana, desde os homens das cavernas. Foi isso que nos moveu rumo às inovações jamais previstas, que facilitam o cotidiano e nos dão conforto. Ao longo dos anos, fomos nos afastando de nosso habitat natural, criando grandes moradas urbanas e, ao mesmo tempo, deixamos de nos preocupar com os impactos que isso causava em nossa sociedade e no meio ambiente.

Pensando nisso, a Organização das Nações Unidas (ONU) propôs a implementação de “17 objetivos para transformar nosso mundo”, por meio de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Até 2030, vários progressos deverão ser feitos com esse compromisso, entre eles, o ODS 11, que tem como propósito tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

Para que você conheça melhor as metas do ODS 11 e como as tecnologias podem auxiliar nessa questão, elaboramos este artigo. Acompanhe a leitura e saiba mais sobre o tema. Vamos lá!

Para concluir objetivos é preciso ter metas

Em síntese, estes foram os pontos abordados pelas metas criadas para fazer das cidades um lugar sustentável:

  • urbanizar favelas e garantir saneamento básico para a toda sociedade;

  • investir em transportes seguros para todos os passageiros e em máquinas que não agridem o meio ambiente;

  • aumentar a urbanização inclusiva e sustentável;

  • proteger os patrimônios naturais e culturais do mundo;

  • reduzir catástrofes ambientais e proteger os pobres em situação vulnerável;

  • diminuir o impacto ambiental per capita nas cidades;

  • acesso universal a espaços públicos sustentáveis, saudáveis, verdes etc.; 

  • apoiar os países menos desenvolvidos por meio de assistência técnica e financeira.

As principais ações que estão sendo feitas com foco nessas metas partem da Sustainable Development Solutions Network (SDSN), uma rede global para unir pessoas, empresas e iniciativas que estejam realizando algo nesse sentido e também para promover essa cultura para quem ainda não possui consciência.

Quando a tecnologia trabalha a nosso favor

Muito se fez buscando o desenvolvimento tecnológico. Agora é chegada a hora de se usar esses recursos para nos auxiliar. Isso pode ser visto nas Smart Cities, ou cidades inteligentes, já que esse é um trabalho capaz de agilizar o cumprimento do ODS 11 e tem sido experimentado com sucesso por muitas cidades.

Integrar tecnologia com responsabilidade social pode impactar positivamente muitas pessoas. Como no caso de Buenos Aires, na Argentina, que em 2014 recebeu um prêmio global por criar um sistema de tratamento do lixo sólido. Foram instalados sensores que controlavam a coleta de lixo e avisavam a uma central quando era identificado um acúmulo de resíduos.

No Brasil, o Rio de Janeiro é a cidade que mais se destaca nesse sentido, pois possui um sistema de sensores e câmeras que fiscalizam o trânsito e a segurança, que também manda informações para uma central, com o intuito de antever qualquer impacto que esteja fora do planejamento da cidade.

Cabe a cada um de nós o compromisso de educar e de comunicar, por meio de recursos que estejam ao nosso alcance, o maior número de pessoas para que o ODS 11 seja cumprido com êxito.
Se você deseja saber mais sobre comunidades e iniciativas que impactam socialmente o mundo, siga a Baanko no Facebook!

Sobre Agatha Martins

Agatha Martins

Agatha Martins é graduada em Produção Multimídia pela UNI-BH, Designer UI/UX e empreendedora. Agatha participou do @startupfarm (uma das maiores aceleradoras de startups da América Latina colaborando na startup One Cloud), é empreendedora social e community manager no Baanko Challenge (acelerador de negócios de impacto alinhados com os objetivos da ONU), parte do núcleo organizador do MES (Meetup de Empreendedorismo Social Beagá) e foi coordenadora de mobilizadores do Encontro de Jovens Transformadores 2016. Segue sua jornada auxiliando empresas e instituições a agirem de forma criativa e colaborativa. Acredita no design de impacto social e na inteligência coletiva como ferramentas para transformar realidades extremas e construir um mundo mais igualitário e sustentável.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *